Lançado em 2001, White Trash Soul traz um bocado de músicas do Hellacopters e do Flaming Sideburns, banda bem legal lá da Finlândia. Sério. Mais deles em breve.
Momento nerd cortesia da Auricchioque enviou o link.
Me lembro de jogar Mario Kart lá pelos idos dos anos 90 antes de ir para as aulas a tarde. Sim, eu era um vagabundo que estudava depois do almoço. Você não achava que eu virei redator porque gostava de estudar, né? Fato é que o OneUps fez boas releituras das músicas do clássico do SNES. Para nerd nenhum botar defeito.
Vamos começar bem a semana e o mês. O Sugarhill Gang, formado por Wonder Mike, Big Bank Hank e Master Gee, praticamente criou o rap entre os anos 70 para a de 80 com a música Rapper's Delight.
Tudo começou com uma brincadeira. Em 2004 (ou seria 2005?) eu não tinha aulas na faculdade às segundas e comecei a assistir uma série que passava na TV a cabo (meow). Nunca gostei de séries de TV, mas desta eu gostei desde a primeira cena. Depois de um ano, convenci minha namorada a assistir comigo. Começamos a baixar da internet e assistir juntos aos finais de semana. Por mais de5 anos, Lost foi uma diversão para nós dois. E acabamos de assistir ao último episódio da série juntos.
Este é um blog sobre música e eu não pretendo falar sobre Lost aqui. Por dois motivos: porque eu já escrevo mal sobre música e já existem zilhões de sites que falam sobre a série, mas o final foi realmente magnífico e catastrófico. O final foi genial? Não sei, mas nem se compara à história que manteu todo mundo ligado e apreensivo por tantos anos.
Enfim, se você procura as músicas que tocaram durante a temporada, sugiro começar a procurar neste link, mas se quer a trilha da série pode clicar no link abaixo que tá beleza.
Pink Flag, primeiro álbum do Wire, foi lançado em 1977. Embora o álbum tenha sido muito elogiado pela crítica, as vendas não foram tão bem assim, embora o som da banda seja muito bom. Ficou na posição 410 da lista "The 500 Greatest Albums of All Time" da Rolling Stone, em 2003. Vale a pena baixar por Three Girl Rumba e Ex Lion Tamer, duas pedradas da banda.
Bad Religion, uma das bandas mais conhecidas e respeitadas do punk, está comemorando 30 anos. E faz isso disponibilizando para download gratuito um álbum ao vivo. O único incoveniente é esperar 20 dias para receber o link e a senha por e-mail.
Por isso, o Fubeca baixou, ouviu, gostou e subiu para você baixar, ouvir e curtir uma das bandas que eu mais curtia entre os 14 e os 18 anos.
Lançado em 2006, Riot City Blues é o 8º álbum do Primal Scream. Nele, a banda mais uma vez mostra a influência do rock clássico e da música eletrônica nas suas composições.
Ano novo, layout novo, vida nova e as mesmas promessas de sempre. O Fubeca completou em abril 2 anos de uma existência procrastinada. Pois bem, como eu não paguei a cerveja que eu prometi em março, resolvi investir meus esforços em algo mais produtivo e infinitamente mais barato: um novo layout.
Como você já percebeu, eu não tive muito esforço nisso. E também não fiz muito para encontrar um som dos anos 90 (os meus anos incríveis) para colocar aqui.
Depois de sair do Suede, Justine Frischmann montou o Elastica em 93. O primeiro álbum da banda, lançado em 95 (se não me engano) fez muito sucesso no boca a boca e até foi bem conhecido em terras tupiniquins graças ao hit Connection. A banda boiou durante alguns anos, naufragando finalmente em 2002 depois de se entupir de drogas.
Enquanto meus parceiros de blog colocam coisas tão raipadas quanto rap francês, eu me sinto um dinossauro escrevendo sobre esse álbum. Falar de western nos dias de hoje, em especial spaghetti (não vou escrever sobre isso, você tem obrigação de saber) é falar sobre valores e princípios que morreram com a chegada daquele bando de hippie e almofadinhas.
E o fim deste gênero do cinema no final dos anos 70 causou grandes problemas ao mundo: nenhum pai ensina seus filhos que ele têm que ser um dos caras bons porque o mundo já está cheio de filhos da puta. Hugo Mario Montenegro e Ennio Morricone escreveram algumas das trilhas sonoras mais conhecidas dos western spaghetti: Por um Punhado de Dólares (1964), Por Uns Dólares a Mais (1965), Três Homens em Conflito (1966), O Bom, o Mau e o Feio (1966) e Era uma Vez no Oeste (1968). Clássicos que minha mãe colocava no leite quando eu era criança.
Essa é pra quem acha que, em se tratando de música, não há nada que preste na França desde Edith Piaf. Pra sua informação, seu bando de ignorantes, a cena hip hop do país do croissant é da mais alta categoria.
É praticamente como a gastronomia: sempre que alguém oferecer hip hop francês a você, pode esperar muito refinamento e uma saborosa mistura de influências. E Hocus Pocus, apesar do nominho lazarento, é um dos pratos mais requisitados pelo exigente público europeu.
Trata-se de uma banda que manda benzaço nos beats. Tem MC e tem DJ, mas tem baixo, teclado e bateria. É música de verdade, com muita influência de jazz, soul e o afrobeat, da vizinha África.
Lançado em março, 16 Pièces é o álbum mais recente da turminha. Acima da média. Blend perfeito de francês, o lindíssimo idioma de Goethe e Flaubert, com o bárbaro – mas com o qual estamos mais acostumados – inglês.
Pra começar, dá um bico no vídeo abaixo. A música não é desse disco, mas a diversão é garantida. Se você gosta de ironia, cor e tipografia, a refeição é completa.
Negada, ouve ae que vale a pena. Bon appétit.Enjoy.
O nome já diz tudo. Discovered: A Collection of Daft Punk Samples, apesar de não ser um álbum oficial da dupla, reúne algumas músicas sampleadas. Algumas faixas são óbvias de perceber, como Release The Beast do Breakwater que foi utilizada em Robot Rock.
Existem coisas boas no que eu faço para ganhar uns trocados. Uma delas é ter que escolher trilhas como referência para vídeos de moda. Numa dessas que a gente se alembra da bonitinha da Kate Moss fazendo um som (ou pelo menos aparecendo no clipe) com o Primal Scream.
Dirty Hits é um daqueles álbuns caça-níqueis apinhado de material que a banda escocesa lançou até 2003 e algumas músicas lado b. O melhor é saber que Some Velvet Morning, o som com a Kate Moss, é uma regravação de um "crássico" da Nancy SInatra com Lee Hazlewood, um tiozão com um bigode prá la de Saturno.
Ah, nada como lembrar do passado. De quando eu tinha poucos anos de vida, nenhuma preocupação na vida e, claro, nenhum juízo. Minhas tardes se resumiam a pensar no que fazer no fim de semana, fumar, beber alguma porcaria barata e ouvir música.
Lembro de ter uma fita K-7 gravada de outra fita K-7 (se você não sabe o que é uma, clique aqui e aqui) do Martins, camarada das antigas, com uns sons do Australian Crawl que o irmão dele ouvia. Hoje em dia a memória (ou a falta dela) não me deixa lembrar quais eram as músicas, com exceção de Beaultiful People, do álbum The Boys Light Up de 1980.
Eu tô com o pé atrás para ver esse filme por causa desse álbum. Não, eu não sou do tipo que acha que Tim Burton é deus.
Almost Alice é a trilha sonora inspirada no filme Alice in Wonderland, que conta com vários artistas, incluindo Kerli, Franz Ferdinand, 3OH!3 e Tokio Hotel, entre outros. Agora você vai entender meu medo: a primeiro single da trilha sonora além de ser a canção-tema do filme é Alice, de Avril Lavigne. Capisce?
The Godfathers é uma banda da terra do príncipe-orelhão. Foi fundada em 1985 pelos irmãos Peter e Chris Coyne em Londres. O álbum de estréia, Hit By Hit, foi lançado em 1986, seguido de Birth, School, Work, Death, que chegou ao Top 100 com faixa-título.
More Songs About Love & Hate é o terceiro trabalho. She Gives Me Love, uma das mais sensacionais do álbum tornou-se muito popular mas o disco foi menos bem sucedido comercialmente. Dizem que a banda acabou nos anos 90. Não sei.
OK, não é nehhuma novidade de ontem, muito menos raridade, mas saiu o primeiro álbum do Slash. Quem deu a ideia para eu ouvir este som foi o Teo. Ao ouvir as primeiras faixas tive a sensação de voltar no tempo, com o cabelo comprido, brinco nas oreia, camiseta do Led Zeppelin e ouvindo rock n' roll na casa dos camaradas esperando chegar a hora de tomar umas brejas no buteco mais próximo. Ah, essa sensação da juventude. Só por isso já valia colocar o som aqui.
Muito bom, o álbum me pareceu bem anos 90, antes daquele mala do Cobain aparecer (e desaparecer - hehe), com participações especiais de outras quinquilharias dos anos 90 como Ozzy Osbourne, Duff McKagan, Steven Adler e Izzy Stradlin. Ou seja, quase um Guns.
Guess who's back? Não que alguém se importe, mas estou de volta. E até que com um certo estilo.
Tudo começou com o encontro de uma santa árvore com o solo. Apesar de toda sua pujança, a gravidade e a força dos ventos foram implacáveis. E, como um mártir, ela se foi deixando para trás muita esperança e alegria.
A luz acabou no meio do expediente, negada! E sem previsão de retorno. Resultado: vazei pro cinema mais próximo.
Soul Kitchen foi a película escolhida, mesmo com o aviso de que seria reproduzida em vídeo.
“Vida é aquilo que acontece enquanto você está ocupado fazendo outros planos”, diz o tagline dessa comédia alemã, bem pop, sobre um restaurante lixo localizado em um bairro lixo que acaba por ser descoberto pelos jovens locais e se torna superraipado. Dá um bico no trailer e boa, até porque o interesse aqui é a trilha.
A “original soundtrack” de Soul Kitchen é embalada por pérolas do soul norte-americano (daí o nome do filme) e algumas pitadas sonoras de várias culturas europeias, próprias da mistureba de nacionalidades que caracteriza Hamburgo, palco da trama.
Chega de palavrório, não? Ouve aí que é bacana e deixa eu calar a minha boca. Enjoy.
Jesus foi um cara legal que, fora o feriado, deixou um legado para a humanidade. Quando ele nasceu, a gente ganha presente. Quando ele morreu, a gente ganha chocolate.
Vamos começar bem a semana com o o novo disco do Madlib, da série The Last Electro-Acoustic Space Jazz & Percussion Ensemble, onde homenageia ídolos do jazz, como Roy Ayers, Pharoah Sanders e John Coltrane.
Pelo visto o pessoal gosta mesmo é de Roque/Blues então vamos ouvir no looping a segunda faixa desse álbum - She Said - lançado em 2002 pela banda do malucão Jon Spencer que já veio para o Brasil algumas vezes tocar escondido. Você não deve ficar lendo, deve baixar o albúm e ouvir. Entre com cuidado no amarelo piscante.
Não adianta, o bróguer tira alguns posts do ar sem avisar a gente. E eu, como estou com um excesso de vontade de cuidar desta bodega, vou colocar de novo.
O trompetista Wynton Marsalis e seu pai, o pianista Ellis Marsalis, assinam este álbum com músicas inspiradas nas clássicas tiras em quadrinho Peanuts, aqui conhecido como Snoopy., inclusive o tema "Linus & Lucy" de Vince Guaraldi.
Uma das coisas mais legais de dividir apartamento com alguém deve ser chegar com aquela larica em casa se indagando o que vai comer já que você passou tão longe do mercado quanto o diabo da cruz. Você abre a geladeira e vê um monte de cervejas. Você abre o armário e vê um monte de canceritos, digo salgadinhos. O que você faz? Come e bebe tudo como um animal e o mais rápido possível. Dá um arroto de satisfação e pode deixar um recado agradecendo. Ou não.
Bom, mas o que isso tem a ver com Octopus do The Bees? Aparentemente nada, mas uma das coisas boas de dividir uma conta com os colegas deste blógue é abri-la e ver um arquivo chamado Octopus, baixa-lo sem dó, ouvir, achar legal e colocar para vocês conhecerem.
Arrotei. Considerem isso um obrigado, Auricchio e AmareloP.
Se você é uma daquelas pessoas que gosta de coletâneas, é melhor parar de ler agora. Não dá para entender a história dos Rolling Stones, ou do rock se você for mais ousado, ouvindo 40 Licks, Shine A Light ou alguma coletânea caça-níquel.
Lançado em 1969, portanto quase um ano antes de Lei It Be dos Beatles, Let It Bleed é um dos meus álbuns favoritos. Me lembro de ver esse LP nas coisas dos meus pais. A capa traz a imagem de um disco sendo tocado por um braço de um antigo toca-discos. Em cima do disco tem um rolo de filme initulado, um relógio, uma pizza, um pneu, um bolo confeitado e, em cima deste, cinco bonecos simbolizando a banda em ação. A cereja do bolo!
Mas o melhor é o recheio. São faixas sensacionais: Let It Bleed, Country Honk, Monkey Man, You Can't Always Get What You Want e Gimme Shelter. Pra tocar na festa, devorar até passar mal e botar a culpa no bolo.
Hoje eu me lembrei de mais um álbum que derreteu meu cérebro quando eu ouvi pela primeira vez. Ripado do meu original, este é um presente de coração para quem aparece aqui.
Lançado em 2001, You Had It Coming é um álbum que, com certeza, passa muito longe dos clichês que fazem a alegria dos metaleiros que pagam pau para guitarristas. O cara é macaco velho, então ao invés de solos com escalas previsíveis e excesso de notas em alta velocidade, Jeff Becktira sons não-convencionais e até pitorescos da guitarra, fazendo uma simbiose entre o instrumento e música eletrônica. Muito parecido com o trabalho que o Edgard Scandurra tentou fazer.
Ouvindo esse álbum eu sempre me pergunto: como seria o som que Jimi Hendrix faria se estivesse vivo?
Você já dançou um lugar do caralh* e já ouviu e perdido com sua própria mise-en-scène um dos caras mais bacanas da musica brasileira, filho dos George Paul Lenon e Ringo produz uma ótima nonsense falsamente arrogante e divertida letra, e ácidos a parte, só as mentes menos pasteurizadas gostam, do contrário um chato arrogante piada sem graça. Este não é o disco marcante e inicial Sétima Efervescência mas é um albúm produzido com uma sonoridade boa que coleta músicas mais pops de uma certa quantia de tempo. Um Sorvete com Vocês é a melhor musica tipo mutantes não feita pelos mutantes, só que mais idiota... idiotamente boa... ...meu apartamentozinho em Santa Cecília, cozinha pequena e pouca mobília... Ouça-me, e cuidado com o amarelo piscante.
Acabei de ouvir essa bagaça. E ela é boa. Com participações de Mos Def, Bobby Womack, Snoop Dogg, Lou Reed, De La Soul, Orquestra Nacional do Líbano e Little Dragon, Plastic Beach é o terceiro e recém-lançado (só no dia 9 se você não viu aqui) álbum de estúdio do Gorillaz, banda formada por Damon Albarn e Jamie Hewlett.
Não deixa sem palavras, mas vale a pena perder o link em alguns dias. Tentei achar o clipe de Stylo, com o Bruce Willis, mas ainda não deixam incorporar o vídeo em outros sites. Bollocks!
Quase desisti. Os discos virtuais por aí afora me deram um baile nos últimos dias. A cada tentativa de upload, um teste de paciência e persistência.
Eis que consegui, e creio ter valido a pena.
Uma nota escrita após um dos primeiros testes de cena de Fred Astaire dizia: “Não sabe cantar. Não sabe atuar. Dança um pouco”. Ledo e amador engano.
Fred Astaire é o cara. Protagonista de clássicos do cinema durante as décadas de 30, 40, 50 e 60, sobretudo os únicos musicais que valem alguma coisa. É a personificação do canta, dança e sapateia. Um cidadão sui generis. O melhor é que não para por aí.
O astro de Hollywood também mandava muito bem no blue note jazz. Steppin' Out, álbum de 1952, é prova disso. Coisa fina mesmo. O entrosamento entre os demais músicos e Fred torna o resultado despretencioso, como se os caras tivessem se juntado pra uma jam em um clube qualquer. Qualificá-lo como incrível não é exagero.
Aproveitem esse deleite sonoro, negada. Recomendo a escolha um bom vinho pra acompanhar. Enjoy.
Não hospedo arquivos de música nem programas ilegais.
Os links encontrados neste blog estão na internet e têm prazo de validade limitado.
Se você gostou do que ouviu, compre o original. Ajude o artista a não morrer de fome.
Se você se sente ofendido ou prejudicado com alguma coisa, fale comigo.
F de quê?
Aqui você encontra um pouco de tudo. Coisas raras, coisas boas e até algumas porcarias boas de ouvir. Tudo com o selo F de qualidade do Fubeca.
Este blog não tem fins, nem começos e muito menos meios lucrativos. Ele existe pelo prazer de dividir músicas e opiniões com outras pessoas. Se você gostou do álbum, compre o original.