terça-feira, 30 de março de 2010

Feliz Páscoa


















Jesus foi um cara legal que, fora o feriado, deixou um legado para a humanidade. Quando ele nasceu, a gente ganha presente. Quando ele morreu, a gente ganha chocolate.

Divirtam-se neste feriado!

domingo, 28 de março de 2010

The Last Electro-Acoustic Space Jazz & Percussion Ensemble | Miles Away

















Vamos começar bem a semana com o o novo disco do Madlib, da série The Last Electro-Acoustic Space Jazz & Percussion Ensemble, onde homenageia ídolos do jazz, como Roy Ayers, Pharoah Sanders e John Coltrane.

Toma que é bom.

Ouça aqui.

quarta-feira, 24 de março de 2010

The Jon Spencer Blues Explosion | Plastic Fang

















Pelo visto o pessoal gosta mesmo é de Roque/Blues então vamos ouvir no looping a segunda faixa desse álbum - She Said - lançado em 2002 pela banda do malucão Jon Spencer que já veio para o Brasil algumas vezes tocar escondido. Você não deve ficar lendo, deve baixar o albúm e ouvir. Entre com cuidado no amarelo piscante.

Experimente Aqui

Veja aqui:

quinta-feira, 18 de março de 2010

Wynton Marsalis & Ellis Marsalis | Joe Cool's Blues


















Não adianta, o bróguer tira alguns posts do ar sem avisar a gente. E eu, como estou com um excesso de vontade de cuidar desta bodega, vou colocar de novo.

O trompetista Wynton Marsalis e seu pai, o pianista Ellis Marsalis, assinam este álbum com músicas inspiradas nas clássicas tiras em quadrinho Peanuts, aqui conhecido como Snoopy., inclusive o tema "Linus & Lucy" de Vince Guaraldi.

Toma que é bom.

Ouça aqui.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Fubeca | Ano 2

The Bees | Octopus

















Uma das coisas mais legais de dividir apartamento com alguém deve ser chegar com aquela larica em casa se indagando o que vai comer já que você passou tão longe do mercado quanto o diabo da cruz. Você abre a geladeira e vê um monte de cervejas. Você abre o armário e vê um monte de canceritos, digo salgadinhos. O que você faz? Come e bebe tudo como um animal e o mais rápido possível. Dá um arroto de satisfação e pode deixar um recado agradecendo. Ou não.

Bom, mas o que isso tem a ver com Octopus do The Bees? Aparentemente nada, mas uma das coisas boas de dividir uma conta com os colegas deste blógue é abri-la e ver um arquivo chamado Octopus, baixa-lo sem dó, ouvir, achar legal e colocar para vocês conhecerem.

Arrotei. Considerem isso um obrigado, Auricchio e AmareloP.

Toma que é bom.

Ouça aqui.

domingo, 14 de março de 2010

Rolling Stones | Let It Bleed

















Se você é uma daquelas pessoas que gosta de coletâneas, é melhor parar de ler agora. Não dá para entender a história dos Rolling Stones, ou do rock se você for mais ousado, ouvindo 40 Licks, Shine A Light ou alguma coletânea caça-níquel.

Lançado em 1969, portanto quase um ano antes de Lei It Be dos Beatles, Let It Bleed é um dos meus álbuns favoritos. Me lembro de ver esse LP nas coisas dos meus pais. A capa traz a imagem de um disco sendo tocado por um braço de um antigo toca-discos. Em cima do disco tem um rolo de filme initulado, um relógio, uma pizza, um pneu, um bolo confeitado e, em cima deste, cinco bonecos simbolizando a banda em ação. A cereja do bolo!

Mas o melhor é o recheio. São faixas sensacionais: Let It Bleed, Country Honk, Monkey Man, You Can't Always Get What You Want e Gimme Shelter. Pra tocar na festa, devorar até passar mal e botar a culpa no bolo.

Toma que é bom.

Ouça aqui.



Monkey Man


domingo, 7 de março de 2010

Jeff Beck | You Had It Coming


















Hoje eu me lembrei de mais um álbum que derreteu meu cérebro quando eu ouvi pela primeira vez. Ripado do meu original, este é um presente de coração para quem aparece aqui.

Lançado em 2001, You Had It Coming é um álbum que, com certeza, passa muito longe dos clichês que fazem a alegria dos metaleiros que pagam pau para guitarristas. O cara é macaco velho, então ao invés de solos com escalas previsíveis e excesso de notas em alta velocidade, Jeff Beck tira sons não-convencionais e até pitorescos da guitarra, fazendo uma simbiose entre o instrumento e música eletrônica. Muito parecido com o trabalho que o Edgard Scandurra tentou fazer.

Ouvindo esse álbum eu sempre me pergunto: como seria o som que Jimi Hendrix faria se estivesse vivo?

Toma que é bom.





Assista Rollin and Tumblin




sexta-feira, 5 de março de 2010

Júpiter Maçã | Uma Tarde na Fruteira

















Você já dançou um lugar do caralh* e já ouviu e perdido com sua própria mise-en-scène um dos caras mais bacanas da musica brasileira, filho dos George Paul Lenon e Ringo produz uma ótima nonsense falsamente arrogante e divertida letra, e ácidos a parte, só as mentes menos pasteurizadas gostam, do contrário um chato arrogante piada sem graça. Este não é o disco marcante e inicial Sétima Efervescência mas é um albúm produzido com uma sonoridade boa que coleta músicas mais pops de uma certa quantia de tempo. Um Sorvete com Vocês é a melhor musica tipo mutantes não feita pelos mutantes, só que mais idiota... idiotamente boa... ...meu apartamentozinho em Santa Cecília, cozinha pequena e pouca mobília... Ouça-me, e cuidado com o amarelo piscante.

Experimente

terça-feira, 2 de março de 2010

Gorillaz | Plastic Beach

















Acabei de ouvir essa bagaça. E ela é boa. Com participações de Mos Def, Bobby Womack, Snoop Dogg, Lou Reed, De La Soul, Orquestra Nacional do Líbano e Little Dragon, Plastic Beach é o terceiro e recém-lançado (só no dia 9 se você não viu aqui) álbum de estúdio do Gorillaz, banda formada por Damon Albarn e Jamie Hewlett.

Não deixa sem palavras, mas vale a pena perder o link em alguns dias. Tentei achar o clipe de Stylo, com o Bruce Willis, mas ainda não deixam incorporar o vídeo em outros sites. Bollocks!

Toma que é bom.

Ouça aqui. Ou ali. ;)

Confira os comentários.
Check out the comments.

Fred Astaire | Steppin' Out



Quase desisti. Os discos virtuais por aí afora me deram um baile nos últimos dias. A cada tentativa de upload, um teste de paciência e persistência.

Eis que consegui, e creio ter valido a pena.

Uma nota escrita após um dos primeiros testes de cena de Fred Astaire dizia: “Não sabe cantar. Não sabe atuar. Dança um pouco”. Ledo e amador engano.

Fred Astaire é o cara. Protagonista de clássicos do cinema durante as décadas de 30, 40, 50 e 60, sobretudo os únicos musicais que valem alguma coisa. É a personificação do canta, dança e sapateia. Um cidadão sui generis. O melhor é que não para por aí.

O astro de Hollywood também mandava muito bem no blue note jazz. Steppin' Out, álbum de 1952, é prova disso. Coisa fina mesmo. O entrosamento entre os demais músicos e Fred torna o resultado despretencioso, como se os caras tivessem se juntado pra uma jam em um clube qualquer. Qualificá-lo como incrível não é exagero.

Aproveitem esse deleite sonoro, negada. Recomendo a escolha um bom vinho pra acompanhar. Enjoy.

Peace.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

The Simpsons | The Yellow Album (Original Soundtrack)

















Para mim, tudo acaba em Simpsons. Todo assunto eu lembro de alguma passagem. Povo do trabalho se espantou quando soube que eu já tinha assistido a maioria dos episódios e conheço o nome da maioria dos personagens. Até meu dia acaba em Simpsons, quando chego em casa e vejo a reprise dos episódios da noite.

Se os Beatles têm o White Album, nada mais justo do que a família amarela ter o seu The Yellow Album. Lançado em 1998 (acho) é recheado de músicas tipo R&B bem bregas da época. Prato cheio para fãs.

Toma que é bom. Ou não.

Ouça aqui.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Guided By Voices - Mag Earwhig!















Guided By Voices é uma organização dos mistérios da vida que existem na cabeça de um cara chamado Robert Pollard, o Mag Earwhig! é um album de um cara com seus 40 anos em 1997 junto aos Cobra Verde, como muitos da década que respira experiências mas usa a composição pop como princípio, o primeiro em uma gravadora major desde 83 (início da banda) é uma ópera rock que conta sua história quando criança, "Jane of the Waking Universe" é a música de 2:25 minutos que eu mais escutei na vida, é low-fi merecedor e sem problema algum, eles gravam em uma quantidade quase herege, é musica pop de grudar no ouvido, com um site igualmente "baixa-fidelidade" recheado e gratuito, outra para introduzir o vício rústico do GBV chama-se "everywhere with helicopter" de um outro disco, uma outra história, entre com cuidado no amarelo piscante, é um prazer estar com vocês, até mais.

Experimente aqui. (mp3 - 44100 Hz - 160 kb/s)

Guided by Voices - Bulldog Skin


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Crustation | Bloom



Olá, colegagem.

Depois da preguiça e da completa falta de ideias sobre o que postar neste blog, estou de volta. E com uma vertente sonora pela qual tenho um carinho muito grande, o trip hop.

Para não cair no lugar comum e colocar por aqui o novo álbum do Massive Attack que, diga-se de passagem, está acima da média, ou alguma gravação obscura do Portishead, compartilho com vocês o único álbum do Crustation que eu conheço.


Trata-se de um trio de produtores ingleses pouco conhecidos, porém tão engajados no movimento que, inclusive, são oriundos do Massive Attack e do Portishead. Pois é, é difícil sair do óbvio.


Bloom é de 1998. Um álbum correto que segue à risca a receita do trip hop. Clima obscuro, vocal feminino inspirado e levemente sofrido, ambiente preenchido de sons etéreos. Eu gosto. Espero que gostem também.


Feliz 2010, negada. Enjoy.

Peace.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

TV on The Radio | Desperate Youth, Blood Thirsty Babes



















Alalaô-ô-ô, mas que calor - ano que vem vou me fantasiar de ar condicionado ou de chuveiro.

Tentando voltar ao normal depois de alguns dias de vadiagem absoluta, vamos ouvir TV On The Radio, banda estadunidense de rock, que vocês devem conhecer melhor do que eu.

Toma que é bom.

Ouça aqui.


Aqui tem uma bela versão de Staring At The Sun:



domingo, 7 de fevereiro de 2010

Alabama 3 | Hits and Exit Wounds

















Não tem nada melhor do que começar um mês novo com um álbum velho. Hits and Exit Wounds é uma retrospectiva (vulgo coletânea) da banda britânica Alabama 3 (rá, pensou que era estadunidense). A banda ficou famosa com a música Woke Up This Morning que virou tema de abertura da extinta série The Sopranos (Família Soprano aqui no Brasil).

Hits and Exit Wounds é uma bela coletânea, digo retrospectiva. Além da música tema do seriado, vale muito a pena ouvir outras, como Hello... I'm Johnny Cash, Monday Don't Mean Anything, Too Sick To Pray e Up Above My Head.

Uma das minhas bandas favoritas, então toma que é bom.

Ouça aqui a parte 1 e aqui a parte 2.

Woke Up This Morning




Se você gostar, tem mais aqui.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Easy Rider | Original Soundtrack

















Lançado em 1969 e estrelado por
Peter Fonda e Dennis Hopper, Easy Rider (ou Sem Destino aqui no Brasil) é um dos road movies mais fodidos de todos os tempos. O filme conta a história de dois motociclistas que viajam de Los Angeles até Nova Orleans. Um marco da contracultura estadunidense, o filme retrata paisagens sociais, assuntos e tensões na da década de 60, como a ascensão e queda do movimento hippie e o uso de drogas.

Três coisas que eu preciso falar: se não fosse pelo filme, você com certeza nunca teria ouvido Born To Be Wild do Steppenwolf, os personagens, Wyatt (Fonda) e Billy (Hopper), são referências à Wyatt Earp e Billy the Kid e, se não viu ainda é melhor correr até a locadora e alugar.

Toma que é clássico.

Ouça aqui.


A abertura fodona:



Faraquet | A View From This Tower

















Ah, a memória. Eu gostaria de ter uma, sabia? Uma que funcionasse. De verdade.

Eu não me lembro quem passou esse som para mim, mas apesar de ser o único álbum de uma banda de Washington DC que existiu entre 1997 e 2001, é muito bom e vale a pena ser ouvido.

Toma que é bom.

Ouça aqui.


Cut Self Not | Live At Brazil



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

The Hellacopters | High Visibility

















Sou uma pessoa de gostos simples como uísque escocês, iates, carros importados, hotéis 5 estrelas, mas fácil de agradar. É só colocar Hellacopters para eu ouvir.

Lançado em 2000 e produzido por Chips K., High Visibility foi o álbum que abriu portas para a banda que depois lançaria By the Grace of God (2002), Rock & Roll Is Dead (2005) e Head Off (2008), último álbum antes da banda antes de fechar o boteco.

Toma que é bom.

Ouça aqui.


Hopeless Case Of A Kid In Denial


Florence + The Machine | Lungs

















Muito bem, garotada juvenil que aparece por aqui, agora é hora de ouvir uma coisinha meiga, fofa, tchuqui-tchuqui, gracinha.

Muito música para meninas (não para menininhas), Florence + the Machine (nome de trabalho da cantora e compositora inglesa Florence Welch e banda) é bem legal. Seu trabalho está sendo tão elogiado pela mídia inglesa, que o primeiro álbum da banda, Lungs (2009) ficou no segundo lugar das paradas inglesas atrás apenas de Michael Jackson.

Meio indie com umas pitadas de soul e uma leve semelhança com Malu Magalhães, o que torna a audição difícil para os meus ouvidos, mas Dog Days Are Over, Rabbit Heart (Raise It Up) e Kiss with a Fist são muito boas. Aposto 5 pratas que esta última vira trilha de algum comercial engraçadinho.

Toma que é bom, indicação da Dani.

Ouça aqui.


Kiss with a Fist



quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Black Drawing Chalks | Life Is A Big Holiday For Us


















Lançado em 2009, Life Is A Big Holiday, da banda goiana Black Drawing Chalks, é um álbum de rock. Não de indie rock, power rock ou outro adjetivo-rock. E é um ótimo álbum de rock. Direto e energético, sem experimentalismos que marcam o cenário independente de São Paulo e Rio e fazem a cabeça de modernetes de carteirinha.

O Instituto Dizem afirma que os caras já apareceram na MTV e estão se tornando hype. Tomara que não seja fogo de palha porque dá para imaginar álbuns bem interessantes no futuro.

Toma que é bom.

Ouça aqui ou vá ao TramaVirtual para baixar de graça.


My Favourite Way:

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

The xx | xx



The xx está entre os sons mais tocados do meu iPod. Uma grata surpresa descoberta em 2009 que agora compartilho com vocês.

Trata-se de um jovem quarteto londrino nascido em 2008. Eles têm um som etéreo, minimalista, mas com uma estrutura pop facilmente reconhecível (melodias simples e nada de exagero na duração das músicas).

Lembra o shoegaze do fim dos anos 80, de My Bloody Valentine e Jesus & Mary Chain? É um pouco isso, só que menos sofrido, barulhento e distorcido. Estilo pra curtir sozinho, fechado em seu próprio universo, pra dançar devagar, olhando pra baixo.

Contudo, o álbum xx é extremamente sexy, perfeito pra fazer amorzinho com a gatinha. Vocais sussurrados femininos e masculinos, guitarrinhas envolventes, ruídos difusos ao fundo, delícia de ouvir. Mesmo.

Faixas favoritas: Crystalised, Islands e Basic Space.

Negada, love is in the air. Enjoy.

Peace.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Weezer | Raditude



Tá foda engatar 2010. Por isso, começo o ano com uma novidade de 2009.


O Weezer foi uma das bandas que embalaram parte da minha juventude. Achava o máximo suas melodias indie-tristinhas, aquela coisa nerd e esquisita que Rivers Cuomo, o vocalista, tanto exaltava em suas letras.

O fato é que o tempo passou e superei muita coisa daquela época, exceto o Weezer. Ainda os ouço - sem aquela identificação adolescente (convenhamos, eu já estou quase nos 30 e os caras já estão perto dos 40) - mesmo com os caras persistindo na mesmíssima fórmula. Paciência, algumas coisas temos um apego inexplicável.

Raditude é o mais recente álbum da banda e foi lançado no segundo semestre de 2009. É exatamente igual aos anteriores e tem seus bons momentos, como a canção Love is the Answer, com seus barulhinhos de cítara, gritinhos indianos e letra boba e fofa.

Negada, aproveitem essa ode à adolescência retardada. Enjoy.

Bom 2010 pra vocês. Peace.



(If You're Wondering If I Want You To) I Want You To


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Miles Davis | Sketches of Spain

















É, acho que minha ascendência espanhola está falando alto hoje. Gravado entre marco e novembro de 1959, Sketches of Spain é (na minha humilde opinião) um dos melhores álbuns de Miles Davis. Com arranjos de Gil Evans, as músicas refletem a cultura e o folclore da terra de onde vieram meus ancestrais. Uma versão de Concierto de Aranjuez e Will o' the Wisp do balé El amor brujo valem muito, muito a pena!

Toma que é bom.

Ouça nos comentários.

Cypress Hill | Los Grandes Exitos en Español


















Estou tentando retornar às atividades normais, mas ainda está difícil. Muita coisa marcou a minha passagem de 2009 para 2010. Bom, mas hoje vou dividir com vocês 2 clássicos que tenho em casa.

Para quem não conhece, o Cypress Hill é um grupo de hip-hop de Los Angeles e o primeiro de ascendência latina a levar disco de platina (odeio quando as palavras rimam desse jeito). Se não me engano com este álbum, o Los Grandes Exitos en Español que tem as músicas mais conhecidas cantadas em espanhol.

Esse álbum foi convertido em alta qualidade direto do meu CD original.

Toma que é bom.

Ouça aqui.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

The Beatles | Christmas Album (Fan Club Singles 1963 - 1969)

















Ah, o Natal! Nessa época eu fico sentimental (sic), emotivo (sic), cheio de esperança (sic) e com um soluço (sic) filho da puta por causa dos drinks de fim de ano (sic).

Por isso, para comemorar esta data tão chá-com-pão, fiquem com este post especial: um álbum que os Beatles gravavam para seus fã-clubes na década de 60.

A gente se vê de volta em 2010. E, antes de fechar o boteco, gostaria de agradecer a todo mundo que passou por aqui. Valeu Patsy, Fabricio, Plínio e André pelo apoio. Valeu, Lili por ter aceitado o convite e participar desta bodega.

Chefia, traz a conta!

Toma que é bom.

Ouça aqui.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Jimi Hendrix | 1969-12-12 (a jam session)

















Falar sobre Jimi Hendrix é chover no molhado. Nem vou me esforçar.

Agora faz uma forcinha e baixa esse álbum: uma jam session de 1969.

Toma que é bom.

Ouça aqui.

Jello Biafra | The Audacity of Hype

















Jello Biafra é o ex-vocalista do Dead Kennedys. Após o fim da banda, Jello participou de diversos projetos musicais próprios e de outras bandas como The Offspring e Brujeria.

Audacity of Hype é o álbum de estreia com sua nova banda, a The Guantanamo School of Medicine. O nome (e a capa do álbum também) é uma sátira ao The Audacity of Hope, segundo livro de Obama.

Pouca gente sabe, mas ele é tão engajado politicamente que chegou a se candidatar a prefeito de São Francisco e ficou em quarto lugar entre dez candidatos.

Toma que é bom.

Ouça aqui.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

dAdA RAdiO



Atendendo a um pedido do Beto e dando sequência ao nosso singelo manifesto por uma cultura livre e sem amolação por parte de empresas predatórias que perderam o seu filão, segue a indicação, não de um álbum ou banda, mas de um site bem batuta.


DadA RadiO – por uma cultura aberta em rede
De coração: vale a pena acessar. O espaço é licenciado pelo Creative Commons, o que significa que podemos copiar, distribuir, exibir e executar a obra sem alterar o seu conteúdo.

Além de divulgar o trabalho de artistas e promover encontros, debates e até festas, a Dada Radio tem uma série de podcasts dedicados ao electrojazz e à eletroacústica que são incríveis. Só coisa fina, categoria mesmo. Os fundadores da rádio capricham no playlist, apresentam um sem número de sons novos e mostram antigos que são de chorar.

Muito groove, batidas eletrônicas, percussões, metais e experimentalismos.


Negada, bookmark it!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Rubin Steiner | Wunderbar Drei

















O último post da Lili me fez pensar em algumas coisas sobre o porque tive vontade de montar o Fubeca. Nunca achei justo eu ouvir um monte de bandas e artistas novos e não ter com quem compartilhar.

Mas, fazer um blog de música para as pessoas experimentarem, conhecerem coisas novas (e outras não tão novas assim) parece fácil, mas não é. Não é um projeto de foguete, mas tem suas complicações. Em primeiro lugar a gente não ganha nada com isso. Nada mesmo. Nem o bagulho do Google para fazer dinheiro com propaganda a gente colocou. Propaganda não dá dinheiro. Daí você me diz que o reconhecimento vale a pena. E eu retruco: um ou outro visitante que passa deixa um comentário ou agradecimento, mas como alguns são de outros países, eu duvido que saibam sequer o que está escrito nas linhas. Sendo justo, para o reconhecimento não ficar no zero alguns amigos elogiam pessoalmente.

Em segundo e muito mais importante do que o primeiro é a perseguição da DMCA e de outros órgãos (peguem no meu) de fiscalização ao compartilhamento paralelo e genérico de arquivos (eu tucanei o nome correto de propósito). Esse tipo de empresa que defende um formato arcaico de negócios é o mesmo que não entende que a maioria das pessoas nunca mais vai comprar um CD do Stevie Ray Vaughan ou de outro artista que mal conhece por 90 pilas.

Na real, a maioria das pessoas nunca mais vai comprar um CD, mas a maioria das pessoas que gosta e entende de música não vai deixar de comprar um CD do Howlin' Wolf com qualidade superior ao MP3 ou pagar por um DVD triplo do The Who. Ou até mesmo um ingresso para ver o show do PUTS - uma parada que eles nunca ouviram falar antes, mas baixaram o som e gostaram.

Sabe o que esse tipo de empresa faz? Se associa ao Google para tirar postagens do ar sem direito de resposta e sem aviso. E dá dor de cabeça, sabiam?

A única coisa que alivia essa dor é uma frase que eu li lá no NoData:
For the major labels, it's over. It's fucking over. You're going to burn to the fucking ground, and we're all going to dance around the fire.

Ou em bom português:
Para as grandes gravadoras, acabou.
Esta porra acabou. Vocês vão queimar até a porra do chão e todos nós vamos dançar ao redor do fogo.


Fiquem agora com Rubin Steiner, pseudônimo do francês Frédérick Landier que é conhecido por seu experimentalismo com música eletrônica e outros estilos musicais. Presente que a grande Lelê me deu em 2003.

Toma que é bom.

Ouça aqui.