domingo, 27 de fevereiro de 2011

The Bellrays | Have a Little Faith



The Bellrays é uma bela banda que combina soul com rock e punk. Formada em 91 em Los Angeles, é composta por Lisa Kekaula (vocal), Vennum Bob (guitarra), Andres Justin (baixo) e Stefan Litrownik (bateria).

Destaque para o vozeirão de Lisa, no melhor estilo das grandes vocalistas da soul music, fazendo um som que mistura muito bem seu potencial vocal com riffs bacanudos.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.





Charle Mingus | Tijuana Moods




Gravado em 1957 e inspirado em uma viagem para a cidade mexicana de Tijuana, repleta de orgias, Tijuana Moods foi tido como álbum favorito de Charles Mingus por muito tempo.

O álbum é notável por ser o primeiro de uma parceira de longa duração do baixista com o trombonista Jimmy Knepper e Dannie Richmond, ex-saxofonista que Mingus treinou como baterista. É também um dos precursores da moda hispânica no jazz, juntamente com os posteriores Sketches of Spain, de Miles Davis.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.

Beastie Boys | Licensed to Ill [Instrumental]



O AmareloP tava procurando para baixar o License to Ill, o antológico álbum dos Beastie Boys. Aqui vai a versão instrumental para você brincar de DJ.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

O Bando | O Bando



Se o Bahama aí embaixo parece vintage, O Bando é antigo de verdade. Banda muito interessante do cenário musical dos anos 60 com uma pegada pop, mas muito bem produzido, com arranjos dos maestros Rogério Duprat e Júlio Medaglia. Este álbum, homônimo e o único gravado por eles, tem músicas de Caetano Veloso, Jorge Ben e Hermes Aquino.

Curiosidade, este álbum só existia em LP até que um dos integrantes resolveu masterizar e entregar cópias para os antigos colegas. Daí, caiu na rede. Apesar de relativamente raro, relançaram uma nova série do vinilizão.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.

The Bahama Soul Club | Rhythm Is What Makes Jazz Jazz





Parece antigo não? Não se espante, Rhythm Is What Makes Jazz Jazz, é um álbum de 2008 do Bahama Soul Club, banda alemã formada por nove músicos, incluindo a cantora Pat Appleton.

Um álbum difícil de ser definido com tanta diversidade musical (fora a pegada jazz em todas as faixas), mas fácil de reconhecer que Rhythm Is What Makes Jazz Jazz é um som esperto para animar festas em geral, trazendo aquela levada vintage ao estilo Sérgio Mendes. Very Nice.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.

Head Off - The Originals | Various Artists



Este álbum não-oficial reúne as versões originais das músicas que o The Hellacopters gravou no último álbum, Head Off. Descobri bandas muito boas, como The BellRays (mais deles em próximos posts), Asteroid B-612 (também mais em breve).

Dica do Ubathan, quem enviou o link.


Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.





quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Beastie Boys | Licensed to Ill















Procurei no Fubeca para repor na minha biblioteca e estranhamente, ou normalmente, não encontrei. Então, se não estiver nas suas playlists, é obrigatório. entre com cuidado através do amarelo piscante.

Experimente aqui.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Cidade de Deus | Trilha Sonora



Um dos primeiros filmes brasileiros a ganhar reconhecimento fora do país, Cidade de Deus, lançado em 2002, foi dirigido por Fernando Meirelles e co-dirigido por Kátia Lund. Trata-se de uma adaptação a partir do livro de mesmo nome escrito por Paulo Lins. O filme mostra o crescimento do crime organizado na Cidade de Deus entre as décadas de 1960 e 1980.

A trilha sonora traz canções de ícones nacionais (e cariocas), como: Tim Maia, Raul Seixas, Cartola, Hyldon e Antonio Pinto e Ed Cortês.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.


Paul McCartney | Memory Almost Full




Dica do Gabz, Memory Almost Full é o último álbum do "burocrático" Paul que, com certeza, ninguém cantou as músicas no show que ele fez em São Paulo. Se Flaming Pie era um álbum inspirado nos Beatles, Memory é inspirado no Wings.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.

The Robots | We are everywhere



Oh, we are everywhere! Vamos começar a semana com The Robots, banda de rock finlandesa que eu só fiquei conhecendo por causa de um belo cover que fizeram de In the Sign of the Octopus do Hellacopters. Depois de muito procurar, encontrei apenas um álbum deles: We are everywhere, de 2004, que está aí para você ouvir.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.




domingo, 9 de janeiro de 2011

Dropkick Murphys | The Meanest of Times




Lançado em 2007, The Meanest of Times é o sexto álbum do Dropkick Murphys. A banda continua com seu som que combina música irlandesa e hardcore.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.





True Grit | Original Soundtrack



Dizem que a curiosidade matou o gato. Bom, toda vez que eu ligo o computador ela pede para eu baixar essa regravação dos irmãos Coen e ver antes da estreia nos cinemas no dia 21/1.

Peraí, Fubeca, você disse "regravação"?

Disse sim. True Grit, ou Bravura Indômita (se os idiotas que traduzem filmes deixarem), é um filme de 1969 dirigido por Henry Hathaway. O filme ficou famoso por trazer John Wayne (leve-os para o Missouri) no papel de um pistoleiro bêbado e caolho, de certa forma uma paródia de si mesmo, chamado Rooster Cogburn. Combinando humor, sarcasmo e ação, o filme conseguiu prestígio suficiente para ganhar uma sequência em 1975 com o nome do US Marshall caolho mais fodão do oeste.

Não sei o que esperar da regravação além de um filme mais sombrio e que vai levar Jeff Bridges a disputar o título de último caubói do cinema com Clint Eastwood.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.








domingo, 2 de janeiro de 2011

Sui Generis | Vida



E aí, macacada? Como foi o fim de ano de vocês?

Depois de alguns dias de vadiagem, estou de volta. Mais uma vez, lá fui eu passar alguns dias na terra de nossos hermanos do sul. Como são boas essas viagens de experiências etílicas-gastronômicas-culturais em outros países e ainda por cima re-encontrar um amigo muito gente fina.

Bom, para me lembrar desta viagem, fiquem com Vida, álbum de 1972 do Sui Generis. O nome é estranho, mas é a primeira banda do porteño Charly Garcia então vale a pena ouvir.

Toma que é bom.

Feliz año 2010.

Namastê.

Ouça aqui.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Daft Punk | Tron Legacy Original Soundtrack





Bom, macacada... Acho que vocês não vão mais ter notícias minhas até o ano que vem. Minha última semana de trabalho vai ser emocionante e na sequência eu tô de viagem marcada para a Zooropa da América do Sul. Por isso, vou deixar de presente um álbum de um filme que vou ver até o final do ano e duvido que a DMCA deixe no ar até o Réveillon.

Aproveite enquanto pode, sem spam, sem códigos, sem cadastrar o celular, sem intermediários e sem todas essas chatices.

Namastê e um pouta 2011 para vocês!

Toma que é bom.

Ouça nos comentários.




Fundación Tony Manero | Looking For La Fiesta



Mais um álbum gentilmente roubado do Charliepalooza.

Se você está procurando um som com cara dos anos 70, mas que soe moderno e contemporâneo, ouça Looking For La Fiesta da Fundación Tony Manero. Ótimos arranjos, harmonias vocais e grooves em um disco cheio de pedradas.

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Back To The Future I, II e III | Original Soundtracks







Para onde nós vamos, não precisamos de estradas.

E com essa frase, Doc Brown fechou o primeiro filme de uma das trilogias mais famosas dos anos 80. Ao lado de Marty McFly, o velho cientista aparecia diversas vezes na TV de casa - frequentemente na Sessão da Tarde (quando passavam filmes com roteiro e não clássicos como "esse cãozinho apronta as mais divertidas cachorradas para livrar seu dono da maior confusão). O meu favorito era o terceiro filme, ambientado no velho oeste - recheado de homenagens aos spaghetti westerns, que se tornaram um dos meus gêneros favoritos.

Este é o meu presente de Natal para vocês: os três albuns da trilogia.

Vejo vocês no futuro.

Ouça aqui, aqui e aqui.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Mark Ronson | Version


Olá, ainda existo.
Para quem não sabe, eu costumava colaborar com certa frequência para este blog. Ausentei-me por motivos variados e voltei porque a preguiça passou.

Vamos logo ao que interessa.

Version é o segundo álbum do Mark Ronson, um maluco inglês cheio de talento e amigos. Lá na gringa, ficou conhecido por muito tempo como o DJ das celebridades. Fez base pra Macy Gray, pro Jay-z, colocou som no aniversário do P. Diddy e, pasmem, no casamento do Tom Cruise.

Em 2003, lançou um álbum solo com o maior número de participações especiais que se tem notícia: Here Comes the Fuzz tem presença de Sean Paul, Jack White, Mos Def, Rivers Cuomo, Nikka Costa, Q-Tip, Ghostface Killa etc. etc. O meninão ganhou moral. Seu “reconhecimento artístico” finalmente chegou quando produziu Back to Black, o disco arrasa-quarteirão da drogadita Amy Winehouse.

Então, em 2007, chegamos ao Version, o disco em questão. Por que ele tem esse nome? Porque é um álbum de covers! Ou melhor, versões de canções consagradas. É incrível. Puta que pariu. Ele conseguiu misturar o seu pistolão ao seu talento musical! Os arranjos são primorosos. Os convidados, escolhidos a dedo. Curioso? Vai no Google... ou aproveite logo abaixo a mamata do Fubeca.

Enjoy. Como diria o bom velhinho, “ho ho ho”.

domingo, 12 de dezembro de 2010

ZZ Top | Greatest Hits














Eu não gosto muito de coletâneas. Acho que para conhecer o trabalho de uma banda, a gente precisa ouvir o álbum inteiro com carinho. Entender a ordem das músicas e (talvez) curtir uma que ninguém gosta.

Infelizmente, com o ZZ Top eu vou quebrar a regra - afinal, não é para isso que elas servem?

Ouça até gastar: Gimme All Your Lovin', Sharp Dressed Man, My Head's In Mississippi, Gun Love, Cheap Sunglasses e, claro, Viva Las Vegas!

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui.







sábado, 4 de dezembro de 2010

Brian Jonestown Massacre | Take It From The Man!















Ah, os anos 90. Muitas pessoas da minha idade curtiam ir em baladas anos 90, cultuar Atari, Devo, Michael Jackon e outras drogas dos anos 80. Sem chance! Ok, os anos 80 tiveram seus méritos, mas para mim, os anos 90 é que mandaram bem bagaraio!

Em primeiro lugar porque em 88 eu tinha 10 anos, em segundo porque nos anos 90 nós tivemos uma grande enxurrada de boas bandas independentes e, em terceiro, porque ninguém mais usava paletó de ombreira (go to hell, Rick Astley).

Voltando ao intuito deste post, ao ver a entrada de Boardwalk Empire, curti a trilha da Brian Jonestown Massacre, banda de rock psicodélico formada em San Francisco, Califórnia no começo dos anos 1990. A banda é liderada por Anton Newcombe e é famosa por seus concertos energéticos e pelo seu som, que lembra o melhor do folk e rock psicodélico dos anos 60 e 70.

Os anos 90 acabaram, mas estão sempre me trazendo surpresas...

Toma que é bom.

Namastê.

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Paul McCartney | Flaming Pie















Não é um post novo, mas uma atuallização de um antigo. O sobrenome de uma das mais influentes e bem-sucedidas parcerias musicais de todos os tempos, foi um dos responsáveis por algumas das músicas mais populares da história do rock.

Depois do fim dos Beatles, Paul compôs, tocou e gravou todos os instrumentos do primeiro álbum solo com o Wings.

Em 2007, ele lançou Flaming Pie, que fez um sucesso tão grande na época que McCartney seria indicado ao Grammy. Vale a pena ouvir por The World Tonight, If You Wanna e Flaming Pie.

Toma que é bom.

Namastê.

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domingo, 28 de novembro de 2010

BB King | How Blue Can You Get?
















Vamos começar a semana com um guitarrista que começou tocando por algumas moedas na esquina da igreja, depois tocou em quatro cidades diferentes na mesma noite. Tornou-se um dos mais reconhecidos guitarristas da atualidade, ganhando o título de Rei do Blues. Ao contrário de muitos guitarristas, prefere usar poucas notas. Certa vez disse: "Posso fazer uma nota valer por mil".

Com vocês, BB King!

Toma que é bom.

Namastê.

Ouça aqui o disco 1 e aqui o disco 2.




segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Explores The Music Of Henry Mancini | Quincy Jones














Dias (ou semanas) atrás eu coloquei outro álbum de músicas do Henry Mancini interpretadas por outros artistas. Agora é hora de mostrar como Quincy Jones interpretou alguns clássicos do maestro.

Toma que é bom.

Namastê.

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Saturday Morning Cartoon's Greatest Hits | Various Artists














Há alguns dias atrás, eu me senti como se tivesse voltado aos anos 90. Só faltou meu cabelo crescer um pouco. Estava mexendo nas minhas coisas antigas e encontrei algumas relíquias de um passado distante, inclusive um velho K-7 com este álbum. Lançado em 95, Saturday Morning Cartoon's Greatest Hits é uma coletânea de temas e músicas de desenhos estadunidenses doas anos 60 e 70 interpretados por grandes (e outras nem tanto) bandas da década dourada da minha vida, como: Helmet, Butthole Surfers, Ramones e Sublime.

Toma que é bom.

Namastê.

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domingo, 7 de novembro de 2010

The Specials | Specials (album)














Álbum de estreia do The Specials, banda britânica da década de 70, que combinava elementos do mod e do ska. Utilizando dois vocais (um cara branco e um cara negro) eles acabaram criando um novo som, que se tornaria conhecido como 2 tone.

Sonzera crasse, indicada pelo Borro.

Toma que é bom.

Namastê.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Mancini também é samba | Various Artists














Não é exatamento samba, mas foi o melhor que Waltel Branco e outros músicos brasileiros conseguiram fazer para homenagear Henry Mancini, um dos mais talentosos maestros de uma época que não voltará mais.

Toma que é bom.

Namastê.

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This Is What We Do | The New Mastersounds
















Grande sonzera para animar o mês de novembro que está começando! This Is What We Do (2005) é o terceiro álbum do The New Mastersounds. Após a experimentação e a pegada mais jazz do antecessor Be Yourself (2003), esse álbum é uma volta às raízes com belas composições originais.

Toma que é bom.

Namastê.

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Lefties Soul Connection | Hutspot















Não é bem um post novo, mas sim a releitura de um clássico consagrado. Pelo menos, um clássico no meu iTunes. Além de um prato típico da cozinha holandesa - feito com carne cozida e cortada aos cubos misturada com purê de legumes (batata, cenoura e cebola), Hutspot é álbum de 2006 do Lefties Soul Connection. Incrível semelhança: tanto o prato quanto o álbum são uma mistura com "sustança".

Toma que é bom.

Namastê.

Experimente aqui.

domingo, 17 de outubro de 2010

The Cramps | Bad Music For Bad People















Quando eu cogitei a ideia de fazer um blog sobre música, um dos nomes que eu cogitei batizá-lo era Bad Music For Bad People. O problema é que, além de um nome autoral, já existiam milhares de outros sites iguais (o que dificultaria a busca na internet). Além disso, cá entre nós, as músicas que eu coloco aqui não são tão ruins assim.

Não que The Cramps seja ruim. A banda começou em 76, mas passou por várias mudanças, sendo o casal Lux Interior e Poison Ivy, os únicos integrantes que duraram até o fim da banda em 2009, quando Lux faleceu. Eles fizeram parte do início do movimento punk em Nova York, combinando temas como filmes B, filmes de horror e fetichismo com apresentações pra lá de teatrais.

Toma que é bom.

Namastê.

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The Flaming Sideburns | Keys to the Highway
















Como o Hellacopters não vai mais lançar um álbum novo, acho que preciso me divertir com outros sons. Uma alternativa, além de Turbonegro, é o pessoal do Flaming Sideburns.

Já falei deles antes, sobre o Sky Pilots, disco de 2004. Agora é hora de ouvir o terceiro álbum deles, de 2007, chamado Keys to the Highway. Mais maduro, mais rock e mais produzido.

Toma que é bom.

Namastê.

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Alpha Motherfuckers - A tribute to Turbonegro | Various Artists















Lançado em 2001, Alpha Motherfuckers é um álbum tributo ao Turbonegro - eles que são o maior expoente do rock norueguês (quem???). Fora o fato da banda ser foda, para quem pensa que a banda é pouca coisa, a coletânea conta com: Nashville Pussy, Ratos de Porão, Queens Of The Stone Age, Hot Water Music e Supersuckers tocando Prince of the rodeo, Age of Pamparius, Wasted again e por aí vai.

Toma que é bom.

Namastê.

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